A paulista é nossa!

Acho a Avenida Paulista um grande cartão postal de São Paulo.

Que começa no Paraíso e termina na Consolação.

Fica a 21 km do Capão Redondo, 33 km da Cidade Tiradentes, 37 km de Perus.

Palco de manifestações, conquistas de títulos, revoltas e da Parada Gay.

Lá fica o MASP, o parque Trianon, a Casa das Rosas, o prédio da Gazeta, o teatro popular do SESI, o cinema Reserva Cultural, o conjunto nacional com a livraria Cultura.

Segundo o Wikipédia, foi inaugurada em 8 de Dezembro de 1891.

Mas paulistano adora carro, e ela na maior parte do ano está congestionada, carros, ônibus e vans, para lá e para cá.

Neste último domingo 28 de Junho estivemos na Paulista, fechada para carros em virtude da inauguração da ciclovia. Muita gente pedalando, outras tantas caminhando, dia ensolarado, alto astral, foi uma grande festa. Fomos e voltamos de metrô, sem problema algum, foi um dia agradabilíssimo.

São Paulo é uma cidade com muito poucas opções de lazer, em comparação com a sua imensa população.

Esta iniciativa da prefeitura de São Paulo merece ser muito elogiada, e tomara que ela tenha vindo para ficar. É claro que vozes – as de sempre, reacionárias e doentes – contrárias foram ouvidas, especialmente na grande mídia. Opa, pera aí, isso é pleonasmo…

A paulista é nossa!

Se quiser colaborar, clique em:

http://paneladepressao.nossascidades.org/campaigns/478

A fotos abaixo foram feitas pelo autor.

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Para mudar tudo

O para mudar tudo é uma iniciativa criada pelo coletivo americano Crimethinc.

Obviamente se pode discordar, mas vale a pena baixar o pdf em português, gastar um tempinho lendo, e refletir.

Há muitas maneiras de se pensar de como viver em sociedade, como ela deveria ser organizada, e não apenas aquelas tradicionais a que estamos acostumados a ver por aí.

Ontem mesmo 01 de Julho assistia o Jornal da Cultura, edição noturna, e um dos debatedores, o professor de filosofia da PUC-SP Luiz Pondé, dizia que “não existe democracia fora de partido político”. Não sei se é desonestidade intelectual ou simples ignorância.

Para mudar tudo é Fora da Zona Verde, não convencional, não linear.

E por isso mesmo merece ser estudado, avaliado, criticado e praticado.

“Historicamente, muito mais danos foram feitos por pessoas que estavam seguindo ordens do que por pessoas que as descumpriam.”

http://paramudartudo.com/

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Turistas britânicos são presos na Malásia depois de tirarem fotos nus

Foto: The Telegraph
Foto: The Telegraph – Uma das 10 turistas presas na Malásia por tirarem fotos nuas

Um grupo de 10 turistas britânicos foram presos na Málasia depois de tirarem fotos nus no topo da montanha sagrada de Kinabalu. Entre eles há uma mulher chamada Eleanor Hawkins de 23 anos que clama para não ser mais um exemplo de punição para quem comete atos ilegais no país, que é de maioria mulçumana. As fotos foram consideradas um insulto para os povos indígenas que vivem na região, sendo atribuído o acontecimento a causa de um terremoto que matou 18 pessoas dias antes.

Frequentemente ouvimos falar sobre punições para aqueles que cometem atos que infligem às leis ou ferem culturalmente povos de outras nações. Muitas vezes são punições severas como o caso dos dois brasileiros fuzilados na Indonésia por entrarem com cocaína dentro do país, que prevê pena de morte nestes casos.

Lembro que quando cheguei ao aeroporto de Cingapura, a primeira coisa que vi foi um aviso que me entregaram (tipo panfleto), que avisava sobre a pena de morte em caso de tráfico de drogas. Fiquei um pouco chocada porque no Brasil não temos pena de morte e o aviso foi bem intimidador.

Por isso, acho importante antes de viajar fazer uma pesquisa sobre as leis, a cultura, o comportamento, principalmente de países que não tem costumes ocidentais.

Inclusive, muitos turistas viajam e não se preocupam com o comportamento diante pessoas que vivem sob regimes autoritários, influenciado por religiões ortodoxas. As vezes, por uma questão da língua, como por exemplo os franceses que não gostam de ser abordados em inglês, podem sofrer algum tipo de reprimenda e passar situações constrangedoras.

Fonte da reportagem: The Guardian

Sbre Eanne