Nas ondas do rádio

Uma das motivações que me levaram a viajar para outros países, conhecer outras línguas e culturas veio da infância e através do rádio.

Quando era criança, meu pai tinha um rádio Philco enorme, que sintonizava além das tradicionais AM e FM, outras sete sintonias em ondas curtas

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Era um equipamento enorme, e me lembro que passava algumas noites, na cabeceira da cama do meu pai – antes de ele ir dormir –  girando lentamente o dial, e assim que sintonizava alguma estação, escutava até que pudesse identificar a cidade de onde a rádio era.

Para as brasileiras, a tarefa era relativamente simples e o sonho de um dia visitar a cidade mais acessível também. Agora para as estrangeiras, a coisa se complicava… as emissoras da América do Sul eram mais comuns de sintonizar e naturalmente mais fáceis de identificar, já que fui criado em um ambiente onde o espanhol era um idioma tão comum quanto o português. Mas a glória era mesmo sintonizar uma rádio com uma língua indecifrável. Ficava horas tentando saber que idioma era aquele, e de que cidade. Se era AM, tanto melhor, por que era na maior parte falação. Quando conseguia, tinha um atlas em casa que consultava para ver onde estava a rádio.

Esse estranhamento no contato de uma língua diferente certamente aguçou a minha vontade de viajar. Ficava matutando na época, como  será que essas pessoas vivem, o que comem, para que time torcem? Naqueles tempos onde a internet nem era cogitada, a sensação de escutar ao vivo alguém do outro lado do mundo era incrível.

Uma vez, lembro que sintonizei um rádio que por alguma razão achei que fosse de algum país comunista, da antiga Cortina de Ferro. Achei o máximo e fiquei me perguntando se algum dia visitaria essa região da Europa. Desejo concretizado, muito tempo depois.

Fiquei pensando nisso tudo quando recebi por WhatsApp por um amigo um website muito interessante cujo link é

http://radio.garden/live/clifden/connemarafm/

Ele funciona melhor no meu celular Android, mas ele mapeia em um globo virtual todas as estações de rádio online, cada pontinho verde corresponde a uma estação, e no caso de mais de uma (muito comum em grandes cidades), no canto inferior da tela a relação de todas aparece, bastando pressionar qual se deseja reproduzir. Em questão de segundos, você desliza os seus dedos na tela e sintoniza desde a rádio Arara Azul FM 96.9 de Parauapebas no Pará até a LCFM 87.8 FM em Launceston, na Tasmânia (Austrália).

Muito mais fácil hoje em dia, mas acho que esta facilidade inibe um pouco a curiosidade. Lembro com muita nostalgia do rádio Transglobe do meu pai. Mas assim são as gerações, e a tecnologia atual permite sonhos talvez diferentes na forma mas iguais no conteúdo.

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Memórias

O mundo é um lugar muito grande comparado com a nossa existência. Existem lugares que nunca conheceremos, línguas que nunca ouviremos, sabores que nunca provaremos. A maioria das pessoas não liga para isso e passam praticamente toda a sua vida próximo ao lugar onde nasceram ou então próximo ao lugar onde se estabeleceram. Não há nenhum mal nisso, é uma opção de vida e as tecnologias atuais permitem ir virtualmente aonde se queira.

E também a boa literatura nos convida à conhecer lugares remotos. Um ótimo exemplo é o romance Mongólia do brasileiro Bernardo Carvalho.

Mas quem curte – verdadeiramente  – viajar, a sensação do desconhecido é fantástica, e se for para algum lugar ou país distante, a excitação é maior ainda, pois nunca se sabe se vai ser possível lá voltar até o final da vida, e, por esta razão as sensações serão únicas.

Acho provável que nunca mais voltarei a Aleppo e Damasco na Síria e talvez minha filha não tenha a oportunidade de visitar os mesmos lugares que eu.

Por exemplo, no sítio arqueológico de Palmira, sempre poderei dizer que “Eu estive lá, ninguém me contou, eu mesmo vi” . A humanidade constrói e destrói na mesma proporção.

Acabamos de voltar de Seychelles, uma ilha no oceano índico pertencente ao continente africano.

O que era na semana passada realidade, agora são memórias.

Desejo muito poder voltar.

Enquanto isso não acontece, fecho os olhos e sinto tudo aquilo que vi, tateei, cheirei e saboreei.seychelles-1

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Carteira de habilitação para quem vai dirigir no exterior

A carteira de habilitação para quem pretende viajar para o exterior chamada de Permissão Internacional para Dirigir (PID) não é obrigatória para quem vai passar até 180 dias em outro país. Entretanto, ela é aceita em mais de 130 países e pode ser útil no caso de um acidente ou infrações mais graves. O condutor que possui o documento pode escapar de constrangimentos e burocracias dos agentes rodoviários. Imagina numa situação difícil na Turquia, por exemplo, você ter que explicar para o agente da lei que a sua carteira de habilitação brasileira é o documento apresentado. Caso um policial exigir a habilitação, as informações em alemão, árabe, chinês, espanhol, francês, inglês, português e russo irão facilitar a leitura dos dados do condutor pelo agente e a liberação do veículo.

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O mais importante é consultar antes se o país que vai ser visitado aceita a carteira nacional de habilitação ou o PID.

Para tirar o PID é fácil: basta ter a habilitação com foto em situação regular (nem suspensa, nem cassada); no prazo de validade, ser emitida pelo Detran de São Pualo e não estar em processo de mudança de categoria. Também dá para solicitar pelo site do Detran. A taxa é de R$ 259,05 e demora até 5 dias uteis.

Sbre Eanne

 

Os melhores chocolates do mundo

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Na minha viagem a Bélgica, que é considerado o país dos melhores chocolates e as mais variadas cervejas, resolvi fazer um tour sobre o chocolate. A guia que liderava um grupo de 9 pessoas começou as explicações numa das mais luxuosas galerias da Europa: St. Hubert.

Basicamente, o tour se concentrou nas lojas das grandes marcas de chocolate, com direito a degustação e visitas comentadas de alguns pontos turísticos. Foram três horas muito agradáveis, pois além de conhecer os mais famosos chocolateurs atualmente, ouvimos curiosidades sobre a cidade e provamos os mais deliciosos pralines (assim como são chamados os bombons).

Sempre é bom conhecer coisas novas numa viagem e saber por exemplo que o Godiva não é um dos melhores chocolates ( no Freeshop pelo menos é um chocolate caro). Fiquei sabendo que como muitas outras coisas, o marketing é maior e os pralines Godivianos não são feitos na Bélgica (mas mesmo assim são deliciosos e esse detalhe pode ser desconsiderado!).

O Leônidas (sim, essa marca com nome estranho) é o melhor custo benefício. Os pralines são feitos na própria Bélgica e essa marca foi escolhida para atender a Côrte do país. Também vale uma dica: peça para colocar os bombons em sacos e não em caixas, que acabam encarecendo o produto.

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A Neuhaus tem uma história curiosa. Em 1857, o proprietário Jean Neuhaus inaugura uma farmácia na famosa galeria de la Reina em Bruxelas e tem a ideia de cobrir as pílulas medicinais com uma camada de chocolate para se tornarem mais palatáveis aos seus clientes. O negócio deu tão certo para o lado do doce que a família abriu uma das mais luxuosas confeitarias da cidade. E hoje, as lojas não perderam o design parecido com as antigas boticas.

Já a Frederic Blondeel é especializada em utilizar e demonstrar a diversidade que o cacau pode ter através de vários países. Você pode encontrar o cacau da Venezuela, de Angola e até do Brasil ( a diferença é que está escrito nas embalagens, já que o cacau provém de diversos países da América do Sul e África).

 

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Na loja há chocolates com 75%, 85% e até 100% de cacau e que de acordo com aqueles que saborearam este último o gosto é insuportavelmente amargo.

Também vale a pena conhecer la Maison Pierre Marcolini, um chocolateur belga que impressiona pelo design moderno e contemporâneo do chocolate e Patrick Roger, um gourmet francês empenhado em aperfeiçoar “a arte do chocolate” e que tem uma loja deslumbrante e moderna em Bruxelas.

Estamos falando de deliciosos chocolates feitos por mestres gourmets (não desprezando os populares!), mas que possuem um gosto diferenciado, com menos açúcar e mais cacau, além de especialmente elaborados e desenhados. O preço também segue a linha requintada, como por exemplo o Leônidas que custa 9 euros cada 100 gramas, ou seja, nesta data, em torno de 45 reais. Mas não se assuste, na viagem vale a pena reservar uns euros para provar essas delícias…

O Tour de chocolate  sai por 30 euros cada pessoa (em torno de 145 reais na presente data) e vale a pena para quem entende bem a língua inglesa.

Sbre Eanne

 

 

 

 

 

 

 

Cerveja em viagem..e na Bélgica principalmente!

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Auto degustação! Dezembro 2015

O ato de viajar sempre traz a possibilidade de novas experimentações.

Ouvir outras línguas, entender outras culturas, e também degustar diferentes comidas e bebidas.

Cerveja na Bélgica é como vinho para a França. Artigo nacional, junto com os também famosos chocolates e as batatas fritas.

Talvez muita gente já tenha apreciado uma Stella Artois (mas atenção, a que se compra nos grandes supermercados é fabricada aqui no Brasil, embora com a receita supostamente original) sem se tocar que ela é belga. Segundo artigo publicado na The Economist, a Bélgica produz 1131 cervejas diferentes e é um dos maiores exportadores mundiais, tanto em números absolutos quanto na proporção da sua produção bruta.

Há razões históricas quanto naturais: a água belga é considerada de excelente qualidade, e o clima e a terra parecem favorecer o plantio da cevada e lúpulo, ingredientes essenciais na cerveja. E os monges trapistas aprenderam faz tempo que fabricar e vender cerveja de qualidade dá prestígio e também grana. Quando visitamos em Dinant o mosteiro de onde se originou a famosa Leffe, chama a atenção o fato de estar em um ambiente religioso celebrando uma bebida alcoolica… o verdadeiro encontro da cerveja e deus.

As fotos abaixo são da Maison Leffe:

Mas vamos comentar sobre a viagem: como via de regra fica caro beber em bar em bar em todas as vezes vou ao supermercado nos primeiros dias de viagem e compro uma sequencia para beber no apartamento onde estou hospedado. Isso não impede a ida aos pubs, essenciais para todo viajante que se preze.

Essa cerveja abaixo comprei nos Estados Unidos em 2011 em uma loja especializada. Boa pra cacete! Nunca mais a encontrei em outras viagens que fiz pra lá a trabalho.

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Esta cervejaria visitamos em São Petersburgo (Russia) em 2013:

 Mas voltemos para a Bélgica. Primeiro uma sequencia em um pub…

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E estas abaixo compramos para tomar no apartamento (na direita um vinho….afinal estava frio)… a primeira à esquerda é uma cerveja do tipo frutada, com um sabor bem acentuado de framboesa. Muito gostosa, por sinal.

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Um lugar bem legal que visitamos em Bruxelas é a cervejaria Cantillon, que fica muito próximo da estação de trem Midi/Sud. Achei fantástica a experiência de degustar raras cervejas do tipo Gueuze, Kriek e Lambic. No local é possível fazer um pequeno tour no processo de fabricação.

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Que líquido é esse que o papai e a mamãe tanto bebem?

 

Tomara que todos vocês tenham a oportunidade de viajar!

Viajar nos torna melhores!

E para celebrar a vida e a cerveja, nada melhor do que ouvir Velhas Virgens:

Velhas Virgens

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Palmira na Síria – um oásis no deserto

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” Na entrada da cidade havia um castelo no topo de uma colina. De lá de cima podíamos ver a cidade de Palmira, um oásis em pleno deserto. Diferentemente de outras cidades antigas, as construções em Palmira eram de uma cor clara, um tom de areia que se destacava no deserto rochoso na região central da Síria. O guia/motorista que nos acompanhava não falava inglês, então nos comunicávamos através de gestos. Quando entramos no castelo nos divertimos entre os corredores e túneis que mais pareciam um labirinto. Lembro que haviam poucos turistas e muitas vezes ficávamos sozinhos naquela construção cheia de história.

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Vista do castelo para o “oásis” Palmira

Fiquei surpresa em ver um oásis, uma palavra que sempre ouvia falar e que agora estava a minha frente. Uma porção de terra coberta de vegetais e que dispunha de lençóis d’água para irrigação e que por isso possibilitava o desenvolvimento de pequenas vilas ou cidades.

O castelo
O castelo
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O “labirinto”

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Vista para a cidade Tadmor
Vista para a cidade Tadmor

Lembro que antes de chegarmos ao sítio arqueológico de Palmira passamos na cidade de Tadmor, que fica ao lado, e descobrimos que na cidade haviam dois hotéis que “brigavam” por hóspedes. A cidade na época tinha por volta de 70.000 pessoas. Agora está sob o domínio do Estado Islâmico.

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Para chegar em Palmira que era governada pela cidade de Homs, passamos por grandes campos de gás o que torna a região atraente para o domínio do Estado Islâmico.

Próximos a fronteira com o Iraque
Próximos a fronteira com o Iraque

Segundo o site da Unesco Palmira é um monumento de ruínas de uma grande cidade que foi um importante centro cultural do mundo antigo. Do 1º ao 2º século, a arte e arquitetura de Palmira ocupou lugar de prestígio nas cruzadas de várias civilizações, construídas com técnicas grego-romanas, tradições locais e influência persa.

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Palmira se estabeleceu como um oásis no caminho das caravanas no deserto e ficou sob o domínio Romano na metade do primeiro século DC. A cidade cresceu e se tornou importante como rota comercial ligando a Pérsia, Índia e China com o Império Romano.
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Uma grande rua  de 1.100 metros cheia de colunas, que atravessava a cidade e levava aos maiores monumentos públicos: o Templo de Ba’al, o Campo de Diocleciano, a Ágora, o Teatro e outros templos menores.

A Ágora
A Ágora

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Lembro que o guia ( que falava inglês) nos contou que por aquele caminho já havia passado Alexandre “O Grande” e a Cleópatra.

O Teatro
O Teatro

O Teatro em Palmira é grandioso, muito bem conservado e mostra fielmente como eram os teatros de arena nas cidades antigas.

O Teatro
O Teatro

DSC05718DSC05715DSC05671DSC05680Nas colunas tinham desenhos de frutas e animais que simbolizavam saúde, felicidade, fartura, etc. O guia nos fez ver por debaixo de uma delas alguns símbolos.

O guia
O guia

Por sinal este era o guia. Um senhor muito gentil que parecia realmente conhecer a história da cidade. Com um lenço, ele me mostrou como as mulheres que viviam em Palmira antigamente usavam o adorno na cabeça.

Funerária para os operários
Funerária para os operários

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Essa é uma daquelas fotos que captamos espontaneamente e que depois de algum tempo se torna simbólica. Quantas crianças perderam suas famílias na guerra e agora estão sozinhas no mundo?

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Até mais surpreendente que visitar Palmira, foi o caminho que tomamos para ir embora até Alepo. Não sabemos ao certo, mas a impressão que tivemos foi que o motorista tomou um atalho atravessando no meio do deserto e acabou se perdendo. Ele parou algumas vezes para perguntar o caminho para os beduínos. Paramos numa vila e consegui tirar uma foto. Todos os homens usavam o cafia e túnica (trajes típicos árabes) e dava para perceber que não tinha nenhum vestígio ocidental.

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Sbre Eanne

Morro de São Paulo – Bahia

5 Razões para você conhecer Morro de São Paulo:

– Pequeno paraíso com lindas paisagens e a combinação praia e verde;

– Lugar tranquilo com praias pouco frequentadas, água do mar morna e clima quente;

– Boa infra-estrutura de hotéis e restaurantes dos mais variados tipos.

– Opções de hospedagem para todos os gostos e bolsos.

– Você não vai encontrar carros na ilha, ou seja, sem congestionamentos. O único tráfego será de pessoas tentando comprar um suco de rambutão nas inúmeras barracas de bebidas de frutas exóticas super decoradas e caprichosas.

Foto: acervo pessoal
Foto: acervo pessoal

Quando vou viajar procuro saber algumas informações sobre o local para tirar dúvidas do que levar (principalmente se você tem criança pequena), que passeios devo fazer, o que ver, etc. Mas algumas vezes não dá tempo de pesquisar, então o melhor é abrir a mente e descobrir in loco. Foi o que aconteceu em Morro de São Paulo. O melhor é que foi surpreendente…

Foto: Chegada na ilha
Foto: Chegada na ilha
Foto: acervo pessoal
Foto: acervo pessoal / chegada em Morro de São Paulo

Morro de São Paulo está localizado no arquipélago formado pelas ilhas: Tinharé, Cairu e Boipeba, região conhecida como Costa do Dendê.

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Você tem 3 alternativas a partir de Salvador de chegar na ilha:

* Catamarã: é o meio mais barato, mais demora por volta de 2:30 min. e também pode causar náuseas durante o trajeto;

* Lancha: a duração do trajeto é de 1:30 min.;

* Barco, van ou ônibus e lancha: você pode mesclar parte marítima com terrestre. São 40 min. de barco até Valência, mais 1:30 min. de van e mais 15 min. de lancha.

Morro de São Paulo tem dois lados: o lado mais simples chamado de Morro que fica a direita de quem chega na praça Aureliano e o lado mais sofisticado, próximo as praias, que são nomeadas como 1ª, 2ª, 3ª e 4ª.

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Foto: acervo pessoal / 3ª Praia
4ª praia
Foto: acervo  pessoal / 4ª praia

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A ilha é um daqueles lugares encantadores que fazem a gente querer voltar mais vezes. Os singelos pontos históricos, como a Igreja Nossa Senhora da Luz, o mirante e a Fonte Grande valem ser apreciados na estadia. O passeio em volta da ilha entre o mar e o rio do Inferno, tem paradas nas piscinas naturais Garapuá e Moreré. No meio do passeio pausa para um delicioso almoço na Praia da Cueira em Boipeba e depois uma caminhada pela Mata Atlântica e espécies nativas como o Dendê através de propriedades particulares (na verdade de um único sortudo proprietário italiano).

Foto: acervo pessoal / Rio do Inferno
Foto: acervo pessoal / Rio do Inferno
Foto: acervo pessoal / caminhada
Foto: acervo pessoal / caminhada
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Foto: acervo pessoal / Piscina natural Garapuá

A praia da Gamboa, famosa pelas rochas feitas de argila (muitos turistas cobrem o corpo), é tranquila e extremamente morna. Para chegar basta caminhar por cerca de 25 minutos do cais, passando por praias quase desertas e tranquilas, até Gamboa. O trajeto tem que ser feito pela manhã, por causa da maré que sobe a tarde.

Início Praia da Gamboa
Início Praia da Gamboa
Vista da Gamboa de barco
Vista da Gamboa de barco
Gamboa
Gamboa
Gamboa
Gamboa

Ficamos hospedados na Pousada do Sr. Werner, um típico alemão, que fala com dificuldade o português e que nos recebeu com muita atenção. A pousada Vila Bahia fica mais próxima a Gamboa, num lugar muito tranquilo, mas um pouco afastado das outras praias. O chalé era confortável e o destaque fica para a natureza com uma pequena floresta particular.

Área do breakfast com vista privilegiada para o mar
Área do breakfast com vista privilegiada para o mar
Quintal da Pousada Villa Bahia
Quintal da Pousada Villa Bahia
Sr. Werner, eu e Sofia
Sr. Werner, eu e Sofia / vista da Pousada
Vida noturna
Vida noturna

A noite em Morro de São Paulo também é maravilhosa…. Além do clima gostoso, quente e com uma leve brisa, só de você caminhar pela orla ouvindo o barulho do mar já é uma delícia… Prazeroso também é caminhar pela alameda vendo as lojas, curtir a praça, tomar um sorvete, isso depois de um belo jantar nos inúmeros restaurantes…Para quem gosta de balada há vários bares onde você pode ouvir uma boa música brasileira ou as boates cheias de jovens com muita energia.

Vida noturna
Vida noturna

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No restaurante italiano Vila Guaiamu, o cliente pode pedir para jantar na praia em plena luz da Lua.

Jantar a luz de velas
Jantar a luz de velas

morro engraçado

Sbre Eanne