David Bowie: The man who sold the world

the man who sold the world

Vamos lembrar David Bowie, este artista genial falecido em 10 de Janeiro deste ano. Estávamos em Bruxelas e foi muito bacana presenciar uma bonita homenagem a ele na Grand Place (Grote Markt) no dia seguinte da sua morte. A canção se chama The man who sold the world (O homem que vendeu o mundo) e foi gravada originalmente em 1970. O Nirvana a regravou depois no seu disco MTV Unplugged.

Acho que essa letra se encaixa muito bem no dia de hoje.

The Man Who Sold The World (O Homem que vendeu o mundo)

We passed upon the stair (Nós passamos pelo degrau)
We spoke of was and when (Nós falamos do que foi e quando)
Although I wasn’t there (Embora eu não estivesse lá)
He said I was his friend (Ele disse que eu era seu amigo)
Which came as some surprise (O que veio como uma surpresa)
I spoke into his eyes: I thought you died alone (Eu falei direto nos seus olhos: eu pensei que você tivesse morrido sozinho)
A long long time ago (A muito, muito tempo atrás)

Oh no, not me (Oh, não, não eu)
I never lost control (Eu nunca perdi o controle)
You’re face to face (Você está face a face)
With the man who sold the world (Com o homem que vendeu o mundo)

I laughed and shook his hand (Eu ri e apertei a sua mão)
And made my way back home (E fiz meu caminho de volta pra casa)
I searched for form and land (Eu procurei por forma e lar)
For years and years I roamed (por anos e anos eu perambulei)
I gazed a gazeless stare, at all the millions here (Eu contemplava com um vazio olhar à todos os milhões aqui)
We must have died alone (Nós devíamos ter morrido sozinhos)
A long long time ago (A muito, muito tempo atrás)

Who knows? Not me (Quem sabe? eu não)
We never lost control (Nós nunca perdemos o controle)
You’re face to face (Você está face a face)
With the man who sold the world (Com o homem que vendeu o mundo)

O original com o David Bowie pode ser visto aqui.

A versão do Nirvana aqui.

sobre parma

 

 

A versão

Publicado por

Parma Cuberos

físico & lendário goleiro. Estive em mais de 40 países, trabalhando ou vagabundeando - na acepção romântica do termo. O melhor restaurante em que já estive é o Bar e Lanches Estadão no centro de São Paulo. Companheiro da Eanne e pai da Sofia.

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